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Simulador Minha Casa Minha Vida e SBPE 2026

Descubra em qual faixa do MCMV você se enquadra, quanto de subsídio pode receber e qual será a parcela — já com ITBI, cartório e juros de obra na conta. As taxas usadas aqui são as vigentes da CAIXA, extraídas dos normativos oficiais e atualizadas em julho de 2026.

Como funciona a simulação do Minha Casa Minha Vida

A maior parte dos simuladores pergunta só a sua renda e devolve uma faixa. O problema é que a faixa do MCMV não depende apenas da renda: ela nasce do cruzamento de três variáveis — a renda familiar bruta, o valor do imóvel e o teto do município onde esse imóvel está.

Na prática, uma família com renda de R$ 3.000,00 pode terminar em três enquadramentos completamente diferentes dependendo do imóvel que escolher. Se o imóvel estiver dentro do teto da cidade, ela entra na Faixa 1, com a menor taxa e direito a subsídio. Se o imóvel custar acima desse teto, mas até R$ 400.000,00, ela cai na Faixa 3, com juros mais altos e sem desconto. E se o imóvel ficar entre R$ 400.000,00 e R$ 600.000,00, ela vai para a faixa Classe Média. Mesma renda, três resultados.

É por isso que a simulação abaixo pede o município: sem ele não há como saber o teto aplicável e, portanto, não há como acertar a faixa.

Faixas de renda do Minha Casa Minha Vida em 2026

A tabela abaixo mostra o enquadramento real, cruzando renda familiar bruta com o valor do imóvel. É a mesma regra que o simulador aplica.

Enquadramento por faixa — renda familiar bruta mensal × valor do imóvel
Renda familiar bruta Valor do imóvel Faixa resultante
Até R$ 3.200,00Dentro do teto do municípioFaixa 1
Acima do teto, até R$ 400.000,00Faixa 3
De R$ 400.000,00 a R$ 600.000,00Classe Média
R$ 3.200,01 a R$ 5.000,00Dentro do teto do municípioFaixa 2
Acima do teto, até R$ 400.000,00Faixa 3
De R$ 400.000,00 a R$ 600.000,00Classe Média
R$ 5.000,01 a R$ 9.600,00Até R$ 400.000,00Faixa 3
De R$ 400.000,00 a R$ 600.000,00Classe Média
R$ 9.600,01 a R$ 13.000,00Até R$ 600.000,00Classe Média

Acima de R$ 13.000,00 de renda familiar a operação sai do MCMV e passa a ser contratada pelo SBPE, com taxa de mercado e sem subsídio.

Taxas de juros do MCMV por faixa e região

As taxas do Minha Casa Minha Vida partem de 4% ao ano e chegam a cerca de 8,66% ao ano — bem abaixo do financiamento habitacional tradicional. Três fatores definem a sua: a faixa de renda em que a família se enquadra, a região do imóvel (Norte e Nordeste pagam menos que Centro-Oeste, Sul e Sudeste) e a condição de cotista do FGTS.

O redutor de cotista abate 0,5 ponto percentual ao ano de quem tem 3 anos ou mais de trabalho sob o regime do FGTS, somados ou não, consecutivos ou não. Quando o imóvel fica acima do teto do município, o financiamento perde o desconto e a taxa sobe. A simulação acima aplica a taxa exata do seu caso.

Teto do valor do imóvel por porte do município

Para renda de até R$ 5.000,00, o valor máximo do imóvel vai de aproximadamente R$ 210 mil a R$ 275 mil, conforme o porte populacional e a classificação territorial da cidade — grandes metrópoles têm o teto mais alto, centros locais menores o mais baixo. É esse número que decide se você fica na Faixa 1 ou 2, com direito a subsídio, ou se escorrega para a Faixa 3.

Na faixa de renda de R$ 5.000,01 a R$ 9.600,00 o teto é único: R$ 400.000,00 em todo o país. Na Classe Média, o imóvel pode chegar a R$ 600.000,00. Informe a cidade na simulação acima para ver o teto que vale no seu caso.

Quanto de subsídio dá para receber

O subsídio — formalmente, o desconto do FGTS — é concedido a famílias com renda bruta de até R$ 4.000,00. O valor vai de um mínimo de R$ 1.500,00 até um teto de R$ 65.000,00 na Região Norte e R$ 55.000,00 nas demais regiões. Em imóvel pronto contratado com Cédula de Crédito Imobiliário, o limite é de R$ 49.500,00.

Não existe valor fixo por faixa. O cálculo combina quatro elementos: a renda da família (quanto menor, maior o desconto), um fator por Unidade da Federação, um fator de porte populacional do município e um fator ligado ao percentual financiado e à área da unidade habitacional. Duas famílias com a mesma renda em estados diferentes recebem valores diferentes — e é exatamente por isso que estimar o subsídio "de cabeça" não funciona.

Descontos que passam despercebidos

  • Tarifa de administração: R$ 25,00 mensais, com isenção concedida pelo FGTS para renda familiar de até R$ 2.850,00.
  • Emolumentos de cartório: abatimento de 50% na primeira aquisição pelo SFH, previsto em lei federal — costuma representar alguns milhares de reais no fechamento.
  • Redutor de cotista: 0,5 ponto percentual ao ano na taxa, para cotista do FGTS com 3 anos ou mais de trabalho.

MCMV ou SBPE: qual se encaixa no seu caso

Quando a renda ou o valor do imóvel passa do teto do Minha Casa Minha Vida, a operação migra para o SBPE, financiado com recursos da poupança. Muda tudo: a taxa, a cota financiada, o prazo e o comprometimento de renda permitido.

Comparativo entre Minha Casa Minha Vida e SBPE
Critério Minha Casa Minha Vida SBPE
Origem dos recursosFGTS e orçamento federalPoupança (SBPE)
Taxa de jurosDe 4,00% a 8,66% ao ano (nominal)11,29% a 11,49% ao ano (efetiva, aquisição residencial SFH)
Teto de rendaR$ 13.000,00Não há
Valor do imóvelDe R$ 210.000 a R$ 600.000, conforme faixa e municípioAté R$ 2.250.000,00 dentro do SFH
SubsídioSim, para renda de até R$ 4.000,00Não
Cota financiadaAté 80% (SAC e Price)Até 80% SAC / 70% Price; imóvel novo, 90% / 80%
Prazo120 a 420 meses120 a 420 meses (SAC) / 120 a 360 (Price)
Comprometimento de renda30% em SAC e Price30% em SAC / 25% em Price
Financiamento mínimoR$ 50.000,00R$ 100.000,00 na aquisição residencial

O que a simulação calcula além da parcela

A parcela é a parte fácil. O que costuma desmontar o orçamento de quem compra o primeiro imóvel são os custos que aparecem só na hora de assinar. A simulação acima cobre os três principais.

ITBI e cartório

O ITBI é um imposto municipal cobrado sobre a transmissão do imóvel, com alíquota que muda de cidade para cidade. Somam-se a ele os emolumentos de cartório — escritura, registro e alienação fiduciária — cuja tabela varia por Unidade da Federação. Na primeira aquisição pelo SFH incide o abatimento de 50% previsto em lei federal, que a simulação aplica automaticamente.

Juros de obra em imóvel na planta

Em imóvel em construção não há parcela de amortização durante a obra. O que você paga é o encargo da fase de obra: juros sobre a parcela do crédito já liberada à construtora, mais correção pela TR, seguro MIP e tarifa de administração. À medida que a obra avança e o banco libera mais recursos, esse encargo sobe mês a mês — e a amortização só começa ao término do prazo de construção ou na conclusão da obra, o que ocorrer primeiro. O prazo de obra padrão vai de 2 a 24 meses, podendo chegar a 36 meses em operações com FGTS.

Aportes e amortizações

A simulação projeta o efeito de aportes extraordinários — décimo terceiro, resgate de FGTS, reservas — sobre o saldo devedor, mostrando quantos anos de contrato caem e quanto se economiza em juros. É um recurso que os simuladores públicos dos bancos não oferecem.

SAC ou Tabela Price: qual escolher

No SAC, a parcela de amortização é constante e os juros decrescem: a prestação começa mais alta e cai todos os meses. Na Tabela Price, a prestação é praticamente fixa do início ao fim, o que ajuda a caber no limite de comprometimento de renda logo na contratação, mas resulta em mais juros pagos ao longo do contrato.

SAC

SAC: a parcela cai ao longo do contrato No SAC a faixa de amortização tem altura constante do primeiro ao último mês, enquanto a área de juros acima dela diminui em linha reta. A soma das duas — a parcela — começa alta e cai mês a mês. parcela JUROS AMORTIZAÇÃO mês 1 mês 360

PRICE

Price: a parcela é fixa e a composição se inverte Na Tabela Price o topo da área é plano, porque a parcela não muda. O que muda é a divisão interna: a amortização começa pequena e cresce em curva, enquanto os juros encolhem na mesma proporção. parcela JUROS AMORTIZAÇÃO mês 1 mês 360
Juros Amortização
A linha escura no topo é a parcela. No SAC ela desce em diagonal; no Price ela é plana, e o que muda é a proporção entre juros e amortização. Exemplo ilustrativo, mesma escala nos dois gráficos.

Há um detalhe que costuma decidir a escolha e quase ninguém menciona: o sistema muda quanto você consegue financiar. No SBPE, a aquisição residencial permite financiar 80% do imóvel em SAC contra 70% em Price. E no SBPE o comprometimento de renda máximo é de 30% em SAC contra 25% em Price. Na prática, o SAC costuma liberar um imóvel maior para a mesma renda.

Quem pode participar e o que reprova

O Minha Casa Minha Vida atende famílias com renda bruta mensal de até R$ 13.000,00 que não possuam imóvel residencial nem financiamento habitacional ativo no Sistema Financeiro da Habitação em qualquer parte do país. O programa cobre imóvel novo, imóvel usado, construção em terreno próprio e aquisição de terreno com construção. Para renda de até R$ 3.000,00 há ainda a modalidade de reforma e melhoria habitacional, com financiamento de R$ 20.000,00 a R$ 50.000,00.

Entre os motivos mais frequentes de reprovação:

  • Renda comprovável insuficiente para o valor pretendido — o teto é 30% da renda bruta na parcela.
  • Restrição em cadastros de crédito, que inviabiliza a concessão enquanto existir.
  • Avaliação do imóvel abaixo do valor de compra e venda, o que reduz o financiamento liberado.
  • Pendências na matrícula do imóvel ou documentação divergente entre comprador e vendedor.
  • Enquadramento incorreto na faixa, geralmente por ignorar o teto do município.

Para autônomos e trabalhadores informais, o gargalo quase sempre é a comprovação de renda por extratos bancários — separar receita legítima de transferência entre contas próprias exige análise cuidadosa de 3 a 12 meses de movimentação. É o que o apurador de extratos com Inteligência Artificial do Seu Analista automatiza, gerando o laudo com a renda comprovável que entra na simulação.

Perguntas frequentes

Qual a renda máxima para participar do Minha Casa Minha Vida?

O teto de renda familiar bruta mensal do programa é de R$ 13.000,00, valor que corresponde à faixa Classe Média. As faixas com recursos do FGTS e juros reduzidos vão até R$ 9.600,00. Acima de R$ 13.000,00 a operação deixa de ser MCMV e passa a ser contratada pelo SBPE, com taxa de mercado.

Como o simulador define a minha faixa do Minha Casa Minha Vida?

A faixa não depende apenas da renda: ela é o cruzamento da renda familiar bruta com o valor do imóvel e com o teto do município onde ele está. Uma família com renda de R$ 3.000,00 se enquadra na Faixa 1 se o imóvel estiver dentro do teto municipal, cai para a Faixa 3 se o imóvel custar acima desse teto até R$ 400.000,00, e vai para Classe Média se o imóvel ficar entre R$ 400.000,00 e R$ 600.000,00. É por isso que simular só pela renda leva a erro.

Quanto de subsídio posso receber no Minha Casa Minha Vida?

O desconto (subsídio) é concedido para renda familiar bruta de até R$ 4.000,00. O valor mínimo é de R$ 1.500,00 e o teto é de R$ 65.000,00 na Região Norte e R$ 55.000,00 nas demais regiões. Em imóvel pronto contratado com CCI o limite é de R$ 49.500,00. O valor exato depende de uma fórmula que combina a renda, a Unidade da Federação, o porte populacional do município, o percentual financiado e a área da unidade — não é um valor fixo por faixa.

Qual a taxa de juros do Minha Casa Minha Vida?

Para renda de até R$ 5.000,00 a taxa nominal parte de 4,00% ao ano no Norte e Nordeste e 4,25% ao ano no Centro-Oeste, Sul e Sudeste, considerando o redutor de cotista do FGTS. Sem o redutor, começa em 4,50% e 4,75% ao ano respectivamente. A taxa sobe conforme a faixa de renda, chegando a 7,00% ao ano na faixa de R$ 4.000,01 a R$ 5.000,00, 8,16% na faixa até R$ 9.600,00 e 8,66% na Classe Média.

O que é o redutor de cotista do FGTS?

É um abatimento de 0,5 ponto percentual ao ano na taxa de juros, concedido a quem é cotista do FGTS com pelo menos 3 anos de trabalho sob o regime, somados ou não, consecutivos ou não. Em um contrato longo esse meio ponto representa uma economia relevante, e é aplicado automaticamente na simulação quando você marca a condição de cotista.

Posso usar o FGTS no Minha Casa Minha Vida?

Sim. O saldo do FGTS pode ser usado para compor a entrada, para amortizar o saldo devedor ou para reduzir o valor das parcelas, respeitadas as regras de utilização do Fundo. Além disso, ser cotista com 3 anos ou mais de trabalho garante o redutor de 0,5% ao ano na taxa de juros.

Preciso ter saldo no FGTS para participar do Minha Casa Minha Vida?

Não. Ter saldo no FGTS ajuda a compor a entrada e pode reduzir a taxa pelo redutor de cotista, mas não é condição para participar do programa. Quem nunca trabalhou sob o regime do FGTS pode financiar normalmente, com a entrada composta por recursos próprios.

Qual o valor máximo do imóvel no Minha Casa Minha Vida?

Para renda de até R$ 5.000,00 o teto varia conforme a classificação territorial e o porte populacional do município, indo de R$ 210.000,00 em centros locais menores até R$ 275.000,00 nas grandes metrópoles nacionais com mais de 750 mil habitantes. Para renda de R$ 5.000,01 a R$ 9.600,00 o teto é único de R$ 400.000,00 em todo o país. Na faixa Classe Média, o imóvel pode chegar a R$ 600.000,00.

Qual o prazo máximo de financiamento e quanto posso financiar?

No MCMV o prazo vai de 120 a 420 meses (até 35 anos) para aquisição de imóvel novo ou usado e para construção. A cota financiada é de até 80% do valor do imóvel, tanto em SAC quanto em Price, com valor de financiamento mínimo de R$ 50.000,00. Em imóveis retomados pela própria CAIXA a cota pode chegar a 90% em SAC.

Quanto da minha renda pode comprometer a parcela?

No Minha Casa Minha Vida, com recursos do FGTS, o limite é de 30% da renda familiar bruta, tanto no SAC quanto na Tabela Price. No SBPE o limite é de 30% no SAC e 25% na Tabela Price. Esse teto é o que define, na prática, quanto você consegue financiar a partir da sua renda.

Posso comprar imóvel usado pelo Minha Casa Minha Vida?

Sim. O programa atende imóvel novo e imóvel usado nas mesmas condições de cota, prazo e valor mínimo de financiamento. Também contempla construção em terreno próprio, aquisição de terreno com construção e, em condições específicas de renda mais baixa, reforma e melhoria habitacional.

Qual a diferença entre MCMV e SBPE?

O MCMV usa recursos do FGTS e do orçamento federal, tem juros a partir de 4% ao ano, aceita subsídio e impõe tetos de renda e de valor do imóvel. O SBPE usa recursos da poupança, não tem subsídio nem teto de renda, atende imóveis de valor bem mais alto (até R$ 2.250.000,00 dentro do SFH) e trabalha com taxa de mercado, hoje em torno de 11,29% a 11,49% efetivos ao ano na aquisição residencial. Quem passa do teto do MCMV migra naturalmente para o SBPE.

O que é a taxa de obra (juros de obra) em imóvel na planta?

Durante a construção não há parcela de amortização: você paga apenas o encargo da fase de obra, formado pelos juros sobre a parcela do crédito já liberada à construtora, mais correção pela TR, seguro MIP e tarifa de administração. Conforme a obra avança e o banco libera mais recursos, esse encargo cresce mês a mês. A amortização só começa ao término do prazo de construção ou na conclusão da obra, o que ocorrer primeiro.

Qual a diferença entre SAC e Tabela Price?

No SAC a parcela de amortização é constante e os juros decrescem, então a prestação começa mais alta e cai todo mês. Na Tabela Price a prestação é praticamente fixa, o que facilita o enquadramento no limite de comprometimento de renda no início, mas o total de juros pagos tende a ser maior. No SAC também se financia uma cota maior do imóvel: no SBPE, 80% contra 70% da Price na aquisição residencial.

A simulação garante a aprovação do financiamento?

Não. A simulação é uma estimativa de viabilidade calculada com as regras e taxas vigentes, e serve para você saber de antemão em que faixa se enquadra e qual parcela cabe no orçamento. A aprovação depende da análise de crédito do banco, da avaliação do imóvel feita por engenheiro credenciado e da conferência da documentação do comprador e do vendedor.

Quem já teve imóvel pode financiar pelo Minha Casa Minha Vida?

Como regra, o programa é destinado a quem não possui imóvel residencial e não tem financiamento habitacional ativo no Sistema Financeiro da Habitação em qualquer parte do país. Já ter sido proprietário no passado, sem imóvel e sem financiamento ativo hoje, normalmente não impede a contratação, mas o enquadramento é verificado pelo banco na análise, com consulta aos cadastros oficiais.

Quem está com o nome negativado consegue financiar?

Restrição em cadastros de crédito costuma impedir a aprovação, porque o financiamento habitacional passa por análise de crédito como qualquer operação bancária. Regularizar as pendências antes de dar entrada na proposta é o caminho. A restrição não elimina o direito ao programa em si, mas inviabiliza a concessão enquanto existir.

O que costuma reprovar uma proposta de financiamento habitacional?

Os motivos mais frequentes são renda comprovável insuficiente para o valor pretendido, restrição em cadastros de crédito, documentação incompleta ou divergente, imóvel avaliado abaixo do valor de compra e venda, pendências na matrícula do imóvel e enquadramento incorreto na faixa do programa. Simular antes com os números certos evita boa parte dessas reprovações.

Como comprovar renda informal para o financiamento?

Autônomos e trabalhadores informais comprovam renda por extratos bancários, normalmente de 3 a 12 meses, dos quais o analista precisa separar o que é receita legítima do que é transferência entre contas próprias e movimentação de terceiros. O Seu Analista automatiza essa apuração com Inteligência Artificial, lendo os extratos em PDF e gerando o laudo com a renda comprovável que entra na simulação.

Por que simular aqui e não direto no site do banco?

O simulador oficial devolve a prestação bancária pura. Aqui a simulação sai em tela única, sem cadastro e sem captcha, e entrega a conta completa da compra: além da parcela em SAC e Price, calcula o ITBI do município, os emolumentos de cartório com o abatimento de 50% da primeira aquisição pelo SFH, a projeção mês a mês dos juros de obra e o efeito de aportes e amortizações com FGTS. Tudo exportável em PDF.

Última atualização: julho de 2026.

As taxas apresentadas são nominais ao ano, salvo indicação em contrário, e podem ser alteradas pela CAIXA a qualquer tempo. Valores de subsídio, ITBI e emolumentos de cartório são estimativas.

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